Despedida da turminha do 1º ano

“Não chore nas despedidas, pois elas constituem formalidades obrigatórias para que se possa viver uma das mais singulares emoções da vida: O reencontro.”

A festinha de fechamento do ano foi maravilhosa, as crianças brincaram, dançaram e se divertiram muito. Estavam ansiosas com o momento de estourar o balão, ou como dizia o Nicolas, “nossa piñata”.

Hoje organizando as fotos, depois da manhã de entrega de boletins e conversa com os pais, tenho um misto de satisfação pelo trabalho bem realizado e uma saudade desses pequenos que já vai tomando conta de mim.

Incrível lembrar de quando entraram nos primeiros dias de aula e hoje o resultado de um longo e dedicado trabalho e parceria com as famílias, e mais ainda, ouvir dos pais o carinho com que agradecem a caminhada de aprendizagem conquistada pelos filhos…..

Espero que no próximo ano tenham o mesmo sucesso e crescimento na aprendizagem no 2º ano. Com carinho lembrarei de cada momento nosso, pois tenho todos vocês no meu coração!

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Ensaio para Festa de Natal da escola

Nossa escola esta organizando uma bonita festa de encerramento, onde nossos pequenos do 1º ao 3º ano vão ensaiar um musical da Arca de Noé.

Os ensaios estão sendo orientados pela professora de música Lisiane, e com o andar dos ensaios esse grupo vai emocionar os pais… os sapos, patos, coelhos, girafas e leões estão se preparando para uma bela apresentação….

Sequência didática – África

SEQUENCIA DIDÁTICA  –  LENDA –  VALORIZAÇÃO DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA  

Profª Ma. Andréa De Carli

Objetivos:

  • Compreender a cultura trazida ao Brasil pelos africanos e que aqui se reconstituíram, compondo a cultura afro-brasileira;
  • Proporcionar através da lenda a discussão de um conjunto de questões e valores que abordam a temática afro-brasileira;
  • Ampliar o repertório narrativo ao conhecer lendas e contos africanos. 

Conteúdos:

  • Introdução à cultura Africana e aos valores civilizatórios.

Tempo estimado:

  • 1 (uma) semana –  de 12/11 à 15/11/2013.

Material necessário:

  • Desenho/animação infantil;
  • Figuras impressas da animação;
  • Papel pardo;
  • Canetinhas, lápis de cor, pincel atômico;
  • Vídeo, TV, Dvd;
  • Folhas de Ofício;
  • Mapa Mundo, mapa da África, Mapa do Brasil.
  • Material  extra:  Memória das palavras – projeto A Cor da Cultura, Meninas Negras – Madu Costa, A botija de ouro – Joel Rufino dos Santos, Berimbau – Raquel Coelho, Artigos relacionados ao tema, A lenda do tambor africano e Conto africano: A tartaruga e o elefante.
  • CD Gonguê (Projeto A Cor da Cultura)

Metodologia

  1. Motivação inicial

-A professora apresenta o filme lendo a sinopse e um resumo;

-Apresenta os personagens principais;

 Sinopse –Kiriku é um menininho nascido na África Ocidental. Tão pequeno, ele não chega aos joelhos de um adulto. O desafio que impõe seu destino, no entanto, é imenso: enfrentar uma poderosa e malvada feiticeira, que secou a fonte de água da aldeia, engoliu todos os homens que foram enfrentá-la e ainda roubou todo o ouro ali guardado. Para recuperá-lo, Kirikú enfrenta muitos perigos e se aventura por lugares onde somente pessoas pequeninas poderiam entrar.” (Revista Novaescola)

 Resumo – Kiriku e a feiticeira Karabá traz todo o fascínio da tradição africana numa estória que celebra a coragem, a curiosidade e a astúcia, baseada em uma lenda da África Ocidental sobre uma comunidade subjugada por uma terrível feiticeira. Nesta aldeia vive Kiriku, um menininho que nasceu para lutar contra o mal. A princípio, mesmo seus companheiros riem de seu tamanho, demorando a reconhecer nele sua coragem, esperteza e sabedoria, no entanto Kiriku enfrenta o poder de Karabá , a feiticeira, e seus guardiões, esculturas conduzidas pela força mágica do espírito do mal. Enquanto seus companheiros guiados pelo Contador de histórias morrem de medo da feiticeira, Kiriku tem coragem para enfrentar o mal e aprende em sua luta, que a origem de tanta maldade é o sofrimento e só a verdade, o amor, a generosidade e a tolerância aliados a inteligência são capazes de vencer a dor.

Personagens principais

Kiriku é um minúsculo menino, mas sabe o que quer. Ele é determinado a lutar contra karabá. Seu tamanho o ajuda a entrar em qualquer lugar, mas ele adoraria crescer de uma hora para outra.

Mãe de Kiriku – A mãe é uma mulher jovem e ignorada pela aldeia, assim como kirikú. Ela é independente e compreensiva. Ela aceita a independência prematura de kirikú e sempre fica ao seu lado quando ele precisa.

Karabá – é uma poderosa, má e linda feiticeira. Vive só, cercada pelos guardiães, em uma cabana cinza, no alto de uma montanha, fora da aldeia de kiriku.

O Sábio – o sábio da montanha proibida é avô de kirikú. Ele representa a serenidade da velhice. É caridoso, nobre e diferente do contador de histórias da aldeia, que é medroso e abaixa a cabeça para karabá.

Tio de Kiriku – um jovem simples, um dos poucos homens que ainda restam na aldeia. Ele não é um herói, ele faz o que é pedido dele e nunca pergunta nada.

velho Contador de Histórias da aldeia é um senhor idoso, medroso, inseguro, previne as crianças com igual medo e insegurança enquanto o precoce Kiriku vai ao encontro da feiticeira que havia secado a fonte da aldeia.

 Assistir a animação infantil – “Kiriku e a feiticeira”.

– A animação será dividida em dois dias, sendo exibidos 37 minutos

– Conversar com os alunos logo que eles percebam que as mulheres estão com os seios à mostra, (pois nós professores iremos perceber os risos) falar sobre o que é cultural o que é comum em cada cultura, pois os nossos índios andavam nus e ninguém entre eles ria e nem achava esquisito, pois era costume local e ainda e, em muitas tribos em determinados locais da África.

– Pedir para imaginarem se uma pessoa aparecesse na escola usando apenas um biquíni (que é “normal” em uma piscina), o que iria acontecer? Logo percebem que a questão não é a roupa, o uso ou falta dela, o que causa estranheza é a cultura.

– Durante e após a animação poderão ser realizados alguns questionamentos, evidenciando momentos importantes da lenda.

–Os valores: amor, verdade, generosidade, tolerância, paciência e determinação.( em que situações aparecem no filme ?)

–O que tem de bom em ser: pequeno? Grande?

–“Ela sofre noite e dia”. “a maldade não surge do nada, mas é resultado de algum sofrimento”. Que coisas nos fazem sofrer? Você conhece uma pessoa que sofre? Você sabe por que ela sofre? Você acha que é possível ajudar a diminuir ou acabar com o sofrimento de alguém? Como?

–Você já deixou alguém de lado numa brincadeira ou conversa? Por quê? Como você acha que esta pessoa se sentiu?

– Ao final do filme a professora aproveita para mostrar fotos de algumas aldeias, como as casas são construídas, os utensílios domésticos feitos de barro, as esteiras utilizadas para dormir, como carregam a água e outros objetos na cabeça, a maneira que carregavam os bebês, as cores dos tecidos, os modos de vestir de acordo com a tribo, os adornos e penteados, como tratavam as pessoas mais velhas, etc.

-Realizar alguns questionamentos sobre conhecimentos prévios dos alunos acerca do Continente africano;

-Apresentar um mapa localizando a África no mundo e depois um mapa do Continente e a região originária da lenda.

– Partindo do interesse dos alunos realizou-se durante a apresentação dos Mapas uma leitura dos nomes dos países africanos;

Valores: circularidade — corporeidade — ludicidade – memória – oralidade – ancestralidade

Tema de casa: Registrar através de desenho a parte do filme que você mais gostou. Contar ao grupo o porquê gostou mais desta parte.

  1. Trabalhos artísticos relacionados ao filme: pinturas de cenas e personagens do filme. Depois da pintura das várias imagens do filme, será realizado um reconto coletivo, ditado pelos alunos e escrito pela professora;

Valores: circularidade — corporeidade — ludicidade – memória – oralidade – ancestralidade

  1. Reconto oral do filme – professora escriba;

Valores: circularidade —ludicidade – memória – oralidade

  1. Durante os trabalhos artísticos os alunos escutaram o CD Gonguê (Projeto A Cor da Cultura). O cd apresenta o som de diversos instrumentos que traduzem a tradição e cultura africana. Visto que no filme apareciam instrumentos sendo tocados na tribo, foi realizado um trabalho com imagens (na TV), onde os alunos desenharam os instrumentos e escreveram os nomes.

Valores: circularidade — corporeidade — ludicidade – memória – oralidade – ancestralidade – musicalidade – energia vital.

  1. Influência das palavras de origem africana na formação de nossas palavras:

– Vídeo – mais educação – palavras de origem africana.

– Livro – Memória das palavras – projeto A Cor da Cultura – leitura e discussão com as crianças sobre as palavras do livro;

– Exploração de palavras (vocabulário – ditado) do filme – leitura e escrita, separação de sílabas.

A – ALDEIA, ÁGUA, ARANHA
B – BESOURO
C- CABANA,CANOA,CORAÇÃO,CUPINZEIRO
D- DENTES
E- ESQUILO,ESPINHOS
F- FEITICEIRA, FLECHAS
G-GUARDIÃES,GUERREIROS, GRUTA,GAMBÁ
H- HOMEM, HERÓI
I – IRMÃO, INTELIGÊNCIA
J- JÓIAS,JAVALI
K – KIRIKÚ,KARABÁ
L – LANÇAS,
M – MONTANHA,MÃE,MENINO,MENINA
N-NOZES
O-OURO-OBRIGADO,OSSOS
P-PAZ,PILÃO,PÁSSARO
Q- COQUEIROS,ESQUILOS
R- REGATO,ROCHAS
S- SÁBIO,SENTINELA,SERPENTE
T-TUCANOS,TALISMÃ
V-VOVÔ

Valores: circularidade — ludicidade – memória – oralidade

  1. A cada dia será contado às crianças um conto africano ou história como Leitura Deleite do dia, como segue:

A lenda do tambor africano – Reconto de Robson A. Santos

–Conto africano: A tartaruga e o elefante – Reconto de Robson A. Santos

Meninas Negras – Madu Costa

A botija de ouro – Joel Rufino dos Santos

Berimbau – Raquel Coelho

Valores: circularidade — corporeidade — ludicidade – memória – oralidade

  1. A existência de pintura, adornos e enfeites corporais no filme, levaram a proposta sobre as máscaras africanas: seu uso, suas cores.

-Será distribuído a cada aluno uma máscara para pintar com lápis de cor;

-Será realizado um trabalho com tinta guache em disquetes para a reprodução de algumas máscaras.

Valores: circularidade — corporeidade —memória – ancestralidade – musicalidade – energia vital.

  1. Fechamento da sequencia didática da lenda – Trabalhos artísticos relacionados ao filme: colagens/montagens e confecção de painéis. Valores: circularidade – memória – territorialidade

REFERÊNCIAS

Kirikú e a feiticeira. Animação Infantil – direção  Michel Ocelot. Paris: IMOVISION, 2001.

Memória das palavras / coordenação do projeto Ana Paula Brandão. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. Disponível em:

Palavras africanas da Língua Portuguesa. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=15633

REVISTA NOVAESCOLA. Introdução à cultura africana com o filme “Kirikú e a Feiticeira”. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/introducao-cultura-africana-filme-kiriku-feiticeira-639068.shtml.

Vídeo – Palavras africanas. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=11683

Haloween do 1º ano

Nada melhor do que uma tarde animada com os pequenos comemorando o dia das bruxas…

A tarde foi mais light com brincadeiras, jogos, dança das cadeiras, desenho, e atividades de artes. Os alunos nesse dia reclamaram pois tiveram poucas atividades!, hehehehe, pode??!!

Dia das crianças em sala de aula

Nossa semana das crianças foi enriquecida com inúmeras atividades…

Resgatamos brincadeiras de antigamente na educação física como, pular elástico, pular corda, corrida do “ovo” (o ovo foi substituído por um fundo de garrafa pet pequena), amarelinha….

Realizamos diversas coreografias com cantigas de roda, entre elas a cantiga escravos de Jó com garrafinhas pet, trabalhando a coordenação otora das crianças;

Desenho livre sobre brincadeiras que cada um mais gosta;

Pintura de máscaras para a nossa festa – cada crianças escolheu seu super heroi preferido. Pintura também de gravuras para compor o nosso cartaz do dia das crianças.

Brincadeiras com os acessórios – bigodes e boquinhas, dança das cadeiras (brincadeira preferida das crianças).

Projeto de Informática na Alfabetização

Projeto –  Alfabetização e Tecnologia nas séries iniciais

Apesar do projeto inicialmente ter enfrentado alguns problemas e a própria sala de informática não dispor de espaço físico e mobiliário adequado ao grupo, estamos tentando fazer com que ele aconteça, pois acredito no potencial das tecnologias no processo de aprendizagem das crianças.

Público Alvo
1º ano

Horário
Terças-feiras – das 13:30hs às 14:30hs

Justificativa

As tecnologias podem ser uma importante estratégia pedagógica a ser utilizada por professores e alunos quando planejada com intencionalidade e objetivos claros. Afirma-se, assim, a importância da significação de finalidades e a preparação de um projeto, que deve levar em consideração as particularidades, os interesses e as necessidades locais, para que a conexão do computador a metodologia educacional possa ser concretizada de forma positiva e eficaz.

A importância da utilização da tecnologia computacional na área educacional é indiscutível e necessária, seja no sentido pedagógico, seja no sentido social. Não cabe mais à escola preparar o aluno apenas nas habilidades de lingüística e lógico-matemática, apresentar o
conhecimento dividido em partes, fazer do professor o grande detentor de todo o conhecimento e valorizar apenas a memorização. Hoje, com o novo conceito de inteligência, em que podemos desenvolver as pessoas em suas diversas habilidades, o computador aparece num momento bastante oportuno, inclusive para facilitar o desenvolvimento dessas habilidades – lógico-matemática, lingüística, interpessoal, intrapessoal, espacial, musical, corpo-cinestésica, naturista e pictórica (TAJRA, 2000).

Com a mudança do ensino para nove anos, temos percebido uma parcela das crianças que passam para o 2º e 3º anos ainda não alfabetizadas. Na tentativa de reduzir essa margem e proporcionar as crianças um projeto voltado tanto as dificuldades já apresentadas por alunos como novos desafios aos demais, justifica-se a necessidade de desenvolver um projeto com intencionalidade pedagógica e objetivos a curto e longo prazos.

Objetivo Geral
Proporcionar ao aluno atividades de alfabetização e letramento a partir do uso da tecnologia e em sala de aula.

Objetivos Específicos
• Dinamizar a utilização do laboratório de informática como ferramenta pedagógica no processo de ensino-aprendizagem, dando suporte aos projetos pedagógicos de nossa escola no ensino fundamental;
• Apresentar a informática como um recurso que pode e deve ser incorporado na prática educativa;
• Reconhecer as letras do alfabeto, construir palavras, frases e textos através de jogos;
• Proporcionar interação com a escrita através da interação e trabalho em grupo;

METODOLOGIA
• Exploração dirigida para conhecimento das regras da sala de informática, do computador e seus periféricos;
• Utilização de jogos de alfabetização específicos para cada nível, definidos anteriormente pelos professores;
• Desenvolvimento de atividades diversas envolvendo a leitura, interpretação e produção de texto;
• Confecção de livros digitais com textos e desenhos feitos pelos alunos.
• Observando que este projeto é flexível, poderá ser alterado e ajustado as necessidades do grupo em qualquer momento.

RECURSOS
• Computadores;
• Televisão conectada ao computador;
• Programas a serem utilizados no 1º mês – SEBRAN, GCOMPRIS, QUADRINHOS TURMA DA MONICA, HAGAQUÊ. (instalados pela professora da turma)

AVALIAÇÃO DO PROJETO
Espera-se que ao final de cada mês, possa ser mensurada uma melhora qualitativa no desenvolvimento cognitivo dos alunos, acompanhando-os através de sondagem.

REFERENCIAS
FAGUNDES, Léa da Cruz; SATO, Luciane Sayuri; MAÇADA, Débora Laurino. Aprendizes do futuro: as inovações começaram!. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me003153.pdf
O computador na sociedade do conhecimento/José Armando Valente, organizador. Campinas, SP:UNICAMP/NIED, 1999. Disponível em: http://www.fe.unb.br/catedraunescoead/areas/menu/publicacoes/livros-de-interesse-na-area-de-tics-na-educacao/o-computador-na-sociedade-do-conhecimento
TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação: novas ferramentas pedagógicas para o professor da atualidade. 2. ed. São Paulo: Érica, 2000.
VALENTE, José Armando. Por que o computador na educação?. Disponível em: http://www.ich.pucminas.br/pged/db/wq/wq1_LE/local/txtie9doc.pdf.

Uso do Dicionário

“O dicionário pode ser introduzido logo no ciclo inicial da alfabetização. Ainda que seus usuários, no caso, as crianças, não possuam leitura autônoma, já aprenderam que a fala é diferente da escrita, já identificam letras e, nessa fase, tudo o que precisam são incentivos e orientações seguras, afinal, eles querem ler e escrever. Nesse sentido, o dicionário torna-se um excelente aliado desde as séries iniciais, uma vez que traz curiosidades sobre as palavras e auxilia na ampliação do vocabulário”, diz Karla Szelmenczi Ramos, orientadora pedagógica da Educação Infantil do Colégio Albert Sabin, de São Paulo (SP).